Frase: “Acupuntura, um dia todo mundo vai procurar”

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Na minha opinião, um dia todo mundo vai procurar um atendimento com um acupunturista.

A acupuntura será como um clínico geral.

Frase: Mahatma Gandhi

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“Felicidade é a harmonia entre o pensar, o dizer e o fazer…”

Mahatma Gandhi

Acesso à práticas não convencionais em saúde cresce no SUS

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O acesso gratuito a práticas como Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Medicina Tradicional Chinesa (MTC)/Acupuntura, Termalismo e Medicina Antroposófica, cresceu no Sistema Único de Saúde (SUS).

Em 2007, foram realizadas 97.274 sessões de acupuntura com inserção de agulhas e, em 2010, foram 362.100, crescimento de 272%. As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam, também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2010, o SUS contabilizou 151.007 – crescimento de 446%.

O aumento foi possível graças à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), criada em 2006. O Ministério da Saúde garantiu acesso gratuito às práticas não convencionais, por meio da portaria de GM nº 971 de 03/05/2006. A política recomenda ações e serviços no SUS, para a prevenção de agravos na saúde, a promoção e a recuperação, além de propor o cuidado continuado, humanizado e integral na saúde, com ênfase na atenção básica e inclui no SUS a Homeopatia, a Medicina Tradicional Chinesa-acupuntura, Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Medicina Antroposófica e Termalismo social/crenoterapia.

Essas práticas, que já eram realizadas no SUS antes da PNPIC, mas de forma tímida, ganharam força com a implementação da política nacional. Para se ter idéia, em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em homeopatia. Já em 2010, foram 300.395. “Com a institucionalização das práticas não convencionais no SUS, muitos Estados e municípios tiveram suas ações fortalecidas. A PNPIC prioriza a promoção da saúde e promove acesso da população a práticas antes restritas a área privada”, analisa Carmem De Simoni, coordenadora da PNPIC.

Além disso, em 2006, o Ministério criou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O MS fortalecendo ambas as Políticas inclui como opção terapêutica medicamentos fitoterápicos como, espinheira santa, guaco, alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato na atenção básica. Os novos produtos – preparados a partir de plantas medicinais – são indicados para o tratamento de problemas como prisão de ventre, inflamações, artrite reumatóide e sintomas do climatério (veja matéria sobre o assunto).

INVESTIMENTO – O investimento federal em consultas homeopáticas também foi incrementado: cresceu em 349,42%. Em 2000, o MS aplicou R$ 611.367,00 no custeio de consultas. Em 2010, investiu R$ 2.747.616,00. Além disso, só em 2010, foram realizados 67.006 procedimentos de moxabustão (procedimento que consiste no aquecimento dos pontos de acupuntura), com verba de R$ 237.894,49. Já o investimento em sessões de acupuntura com inserção de agulhas teve incremento de 407,44%. Em 2007, foram gastos R$ 280.522,50 enquanto, em 2010, o recurso aplicado foi de R$ 1.423.487,10. No total foram realizados, em 2010, 976.646 em ações relativas às Práticas Integrativas e Complementares e investidos, pelo governo federal, R$ 8.016.831,38.

Com a política, os brasileiros têm atendimento gratuito nas áreas de Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia. Eles são atendidos, principalmente, nas Unidades Básicas de Saúde e nos Núcleos de Apoio à Família (NASFs), além de hospitais.

VANGUARDA – A PNPIC inseriu o Brasil na vanguarda das práticas integrativas no sistema oficial de saúde. As experiências brasileiras são citadas em relatórios da Organização Mundial de Saúde que, desde 1970, incentiva os países a implementarem políticas na área. A política responde ao desejo da população manifesto nas recomendações de Conferências Nacionais de Saúde, desde 1988.

O Espírito Santo, Minas Gerais e o Rio grande do Norte não possuíam normas para a aplicação das práticas no estado, mas passou a contar com política estadual com foco na homeopatia, na acupuntura, em plantas medicinais e na fitoterapia. Já Campinas, conta diversas práticas. Estudo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade, indica a diminuição do consumo de mais de 74 mil anti-inflamatórios por ano, após a implantação do Lian Gong (prática corporal da MTC).

Práticas integrativas e complementares em dados

• Em 2007, foram realizados 97.274 procedimentos de acupuntura com a utilização de agulhas e, em 2010, foram 362.100, um crescimento de 272%.

• As práticas corporais, como Lian Gong e Tai Chi Chuam também se tornaram mais acessíveis aos usuários. Em 2007, foram realizadas 27.646 práticas, enquanto, em 2010, o SUS contabilizou 151.007, um crescimento de 446%.

• Em 2007, foram realizadas 257.508 consultas em Homeopatia. Já em 2009, foram 300.395, incremento de 16,65%.

• As Unidades de Saúde da atenção básica poderão oferecer fármacos produzidos à base de guaco, espinheira santa, alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Com isso, o número de fitoterápicos financiados pelo SUS passa de dois para oito.

• O investimento federal em consultas homeopáticas cresceu em 349,42%. Em 2000, o MS aplicou R$ 611.367 no custeio de consultas, enquanto em 2010 investiu R$ 2.747.616,00.

• Em 2010, foram realizados 67.006 procedimentos de moxabustão (procedimento que consiste no aquecimento dos pontos de acupuntura), com investimento de R$ 237.894,49

• O investimento em sessões de acupuntura com inserção de agulhas teve incremento de 407,44%. Em 2007, foram gastos R$ 280.522,50 enquanto, em 2010, o recurso aplicado foi de R$ 1.423.487,10

População adere a tratamento de acupuntura ofertado pela Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo

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Terapia alternativa curativa e de prevenção, a acupuntura é indicada para tratar as mais diversas enfermidades. Entre elas, depressão, insônia, dores de cabeça, dores musculares, nas costas e articulações, ansiedade, tensão pré-menstrual, constipação intestinal e até obesidade. Neste caso, a acupuntura atua para diminuir a compulsão alimentar.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) oferta o tratamento no Centro de Referência em Homeopatia e Acupuntura, localizado no CRE Metropolitano, em Jardim América, Cariacica. Disponível desde 2009, o serviço registra 300 novos usuários a cada ano. Em 2010, foram realizados mais de 1.250 procedimentos com as “agulhas milenares”. O paciente que adere ao tratamento realiza uma média de dez sessões, sendo um encontro por semana.

A técnica consiste na colocação de agulhas em pontos específicos do corpo. Elas atravessam a pele até o músculo e atingem terminações nervosas que são estimuladas e enviam impulsos para o Sistema Nervoso Central que libera substâncias como a dopamina, a serotonina e a betaendorfina. Chamadas de neurotransmissores, essas substâncias agem causando efeitos analgésico, antiinflamatório, anti-depressivo e relaxante muscular.

Entre as vantagens em relação aos tratamentos convencionais, na acupuntura há uma ausência quase total de efeitos colaterais. “Isso porque estimulamos a liberação de processos naturais do corpo”, explica o médico acupunturista da Sesa, Ceciliano José Schunk. Além disso, a técnica tem efeito prolongado e cumulativo. “Ao final do tratamento, se o paciente não estiver curado, terá tido os sintomas minimizados, obtendo melhor qualidade de vida”, afirma Schunk.

De acordo com o médico, os resultados são efetivos em 80% dos pacientes que optam pela terapia. Os 20% restantes estão associados a fatores genéticos ou à combinação da acupuntura com medicamentos – como os corticóides -, o que pode comprometer seu efeito. Sem contra-indicação, a única restrição seria a aplicação em pacientes com lesões graves na pele. E para quem teme as agulhas, o médico tranquiliza: “elas são descartáveis, com diâmetro um pouco maior que um fio de cabelo, por isso, a dor, no momento da aplicação, é mínima e fugaz”.

Fluxo

Os interessados no tratamento devem entrar em contato com o Centro de Referência, que fica no CRE Metropolitano. Todos os candidatos devem comparecer a uma palestra com informações sobre a técnica que é ministrada para grupos de até 30 pessoas. No mesmo encontro, é realizada a Classificação de Riscos, método que prioriza os atendimentos de acordo com a gravidade de cada caso. Em seguida, são agendadas as consultas, priorizando os casos mais graves. Na primeira consulta, o médico acupunturista realiza uma anamnese (histórico) detalhada do paciente e nas sessões seguintes são feitos os procedimentos.

Saiba mais

A palavra acupuntura vem do latim “Acum” (agulha) e “Punctum” (picada ou punção) e significa punção por agulhas. A técnica foi descoberta na China, há quatro mil anos. Chegou ao Ocidente no século XVII e começou a ser praticada no Brasil 40 anos trás. Em 1995, foi reconhecida como especialidade médica no País que hoje conta com três mil especialistas. O título de especialista é concedido após uma pós-graduação de dois anos e prova de avaliação.

Serviço:
Centro de Referência em Homeopatia e Acupuntura
Funciona no CRE Metropolitano
Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª, das 7h30 às 17h30
Endereço: Rod. BR 262, Jardim América, Cariacica
Contato: (27) 3388-1637

 

Fonte: Governo do Estado do Espírito Santo.

Usuária elogia serviços de Saúde de Ibiporã/PR

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O serviço de Saúde de Ibiporã, interior do Paraná, realiza atendimento de Acupuntura e recebe elogios de usuária.

Ibiporã é um município brasileiro do estado do Paraná, localizado na Região Metropolitana de Londrina, distante 413 km de Curitiba e com uma população de 48.200 habitantes segundo o Censo IBGE/2010.

Fonte: Prefeitura Municipal de Ibiporã.